Chopin – Fantasie Impromptu No. 4, op 66 , Maria João Pires

31 07 2016

Estive a ouvir várias versões no youtube, incluindo Arrau, acho que prefiro esta.

P.S. Maria João Pires tem página no facebook e apenas cerca de 50 mil “gosto”‘s. Incrível. O nosso Rui Faria da Costa tem já cerca de 400 mil, Cristiano cerca de 116 milhões.





A Volta , o Tour e o meu gatinho (2016)

30 07 2016


Um vídeo todo “prafrentex” 🙂
Vejo em diferido, mas não deixo de ver, e até acho que está mais interessante do que o Tour onde, a partir de certa altura , já só havia dúvidas quando ao segundo lugar, e por isso dava mais para ir vendo a belas paisagens de França do que propriamente o ciclismo… Parabéns ao Froome que é especial, de facto. Afinal de contas não é por acaso que o meu gatinho se chama Froomy. Embora o meu seja mais tipo Sagan, mais tipo regila, quero eu dizer, não tem aquele ar sério do Froome, mas é teimoso como ele, quando quer uma coisa não descansa. Ele, o gato , claro está, adora fazer sprints na quinta até ficar com a língua de fora como se fosse um cachorrinho, mas não deixa de ser um excelente trepador (já conseguiu subir a todos os móveis altos da casa , de 1ª categoria ( sobretudo aqueles onde tinha uns pratos da China que tive de guardar dentro do armário , embora ele não lhes tenha nem tocado, muito menos derrubado), os de segunda categoria só lá vai de quando em vez, apenas por serem também proibidos. Lá fora já percebeu que se subir a uma árvore demasiado alta , terá de resolver o problema de descer, pois já está grandinho para resolver problemas que ele próprio inventa.

PS: Tinha a ordem das categorias de montanhas invertida. Já mudei. Cá em casa não sou eu o especialista em ciclismo.





Tema para uma reflexão

29 07 2016

Não deixamos nunca de ser professores, mesmo aposentados, mesmo com outros centros de interesse, não resistimos a tentar saber o que se passa nas escolas… Uma vez mais, começo com a primeira pessoa do plural, mas foi só mesmo como introdução.
Está na altura de alguém revisitar o tema “escola como instrumento da mobilidade social no século XXI (em Portugal, por exemplo….)”. Eu tenho a ideia, não verificada por estudos estatísticos, daí a necessidade de que alguém faça esse estudo, de que a escola pública atual está a garantir precisamente o contrário, ou seja tudo faz (intencional ou não intencionalmente, claro está) para que ninguém ou quase ninguém, nascido em meio menos favorecido possa sair, ascendendo, da classe social onde nasceu. E está a fazê-lo de forma ínvia e hipócrita. De que é que estou a falar? Da ausência de um projeto educativo firme em cada estabelecimento de ensino que garanta que em cada escola , o que se lá faz é ensinar e aprender. Depende das direções, tenham paciência. Acho que há um número assustador de escolas “inclusivas” que apenas promovem a exclusão DE FACTO , ou seja a impossibilidade de, por via da educação, ascender socialmente, pois de que serve um diploma que nada vale, que atesta precisamente o contrário do que deveria fazer a certificação, ou seja , certifica a ignorância? Já tenho aqui alguns posts sobre este tópico, acho que estarão nos primeiros anos deste blogue , quando ainda estava no ativo.
Há um artigo recente (de ontem) sobre esta questão no blogue “O meu Quintal”. O artigo , posso subscrever. Diga-se de passagem que, como eu subscrevo e eu sou , disseram-me, de direita, então o post é bem capaz de ser de direita. A catalogação é algo que execro, por isso notem que estou a ironizar. Não , desta vez não vou colocar o link. Vai-se aprendendo a lidar com os erros. Falemos de “lucidez”, falemos da “eficácia” ou da “lógica interna” do que cada um defende, em vez de apelidar as pessoas, metê-las em caixinhas que promovem a preguiça de quem não quer pensar e decidir o que pensar ou mesmo o que fazer face a cada situação, face a cada problema, pela sua cabeça e não pelas fórmulas fast food apresentadas pelos dirigentes que se consideram de “esquerda” ou de “direita”… Muitos desses, demasiados , apenas precisam de vassalos, de carneirada que os siga, que votem neles, para lhes manterem os tachos, cliquem blogues, aprovem as propostas deles sem discussão nos conselhos gerais das escolinhas, nos conselhos pedagógicos, para lhes garantirem o protagonismo e digam yes, Diretor, yes Doutor, yes Deputado, yes, Ministro, yes Guru, yes Master, yes, camarada, yes coleguinha, yes yes yes….
Sobre questões da Educação no nosso país, uma vez mais, aconselho o site “Com regras” onde se publicam estudos vários sobre vários temas que se podem relacionar com o tema sugerido neste meu post, como a questão do sucesso escolar, do cansaço dos professores e a velha questão da disciplina (que hoje, tenham paciência, mas não acho que seja a mesma de sempre, não é, há fenómenos novos a exigir atenção). Este site sobre educação está crescendo em audiência , ocupando espaços deixados vagos quiçá, por alguns blogues de referência que deixaram de existir ou mudaram de tal maneira que são uma sombra do que foram…





Receita de sopa de “Indian squash”

28 07 2016

squash indian palnt

Temos cá na horta esta planta e quando damos por ela, estão enormes estes frutos indianos. O que fazer quando já estão muito grandes e com a casta dura? Pelo peso, sabemos que por dentro está ainda comível. O gosto é algo entre a courgette e a abóbora. Decidi fazer uma sopa. Se ainda estivesse com a casca passível de ser cortada (sem nos cortarmos por acidente, pois tem de ser com uma faca grande e afiada, o que pode dar disparate quando a casca está muito rija e o fruto é muito grande) a receita era outra. Quando ainda está fácil de cortar costumo seccionar na horizontal e fazer um recheio saudável, assando no forno.
Assim, depois de muita luta, consegui cortá-la em pedaços (com a casca) começando pela parte junto ao pé. É uma operação não aconselhável a gente que acha que os acidentes só acontecem aos outros.
A receita é simples, cozem-se os pedaços (sem as pevides claro está) e depois com uma colher raspa-se o conteúdo que sai lindamente , dado que a casca continua dura mesmo depois da cozedura. Aproveita-se a água para a sopa, juntam-se tomates em quartos, um alho francês aos pedaços, dois caldos knorr , pimenta, nós moscada. No final, quando tudo se começar a desfazer, passa-se pela varinha mágica. Juntam-se uns feijões verdes aos pedacinhos e azeite e vai a apurar.Podem acrescentar-se mais ervas, a gosto. Tempo da cozedura inicial depende da quantidade, mas 1h em panela normal, chega. Depois meia hora para cozer o feijão e apurar e já está. Convém ir provando para o sal, pois depende da quantidade de sopa. A minha sopinha tinha no fim uns três litros.
E assim vou seguindo o conselho de um comentador recente… 🙂
Falar de culinária , acho construtivo.
Comentar outras coisas? Realmente, para quê? Continuo a pensar como quero ,ouço e leio outros argumento , mas comentar … é idiota, perda de tempo absoluta. Tenho mesmo muitíssimo mais que fazer e este artigo foi só aqui um intervalo que resolvi estabelecer depois de uma tarefa delicada: enviar uma encomenda urgente de 3kg pelos CTT. A logística em Portugal continua imbatível em termos internacionais. (estou a fazer ironia,claro, nem vale a pena dizer quanto paguei, mas foi muito).

PS: Há quem prefira juntar uma batata para ligar mais a sopa, mas eu quero perder uns quilinhos, não usei a batata  🙂 A receita é resultado de consultar receitas de sopa de abóbora, mas fiz à minha maneira. Todos os ingredientes são “biológicos” -acharei sempre graça a esta designação, como se já houvesse abóbora sintética a sair da impressora 3D 🙂 – ou seja, são produtos cá da nossa horta, sem sombra de pesticidas, mas com adubagem dupla, usamos terra de compostagem mas também um pouco dos adubos ditos químicos (como se a compostagem não fosse, ela também, um processo químico…hehe)

 

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Ora cá está um canal “curtido” para cinéfilos

26 07 2016


Este é especial, a capacidade de observação do detalhe é incrível, ou o jovem viu o filme centenas de vezes.
Os filmes que se seguem ainda são mais divertidos, ficamos a saber os filme a não ver!

A edição dos filmes revela um promissor profissional de cinema.
Um jovem cheio de energia, divertido e com uma dicção magnífica, potencial estrela de cinema.

Ficamos a saber os filmes de terror que por aí se fazem … a evitar 🙂 pois pode dar-se o caso de ficarmos com medo de ir à horta e ao frigorífico.





Madredeus: O pastor

22 07 2016


Entretanto leiam o último artigo do Com Regras , “A geringonça é real, traiu os professores e a escola pública.”





IRS … anexo F : adoro divergir

21 07 2016

Pois é , encontraram divergências. Eu sou assim, adoro divergir. O fisco acha que as despesas com juros e amortizações das casas alugadas não são despesas… essa é uma das divergências.
Os juros de casa própria ainda são considerados para dedução,no anexo H, mas não a amortização. Ora, as formigas ou descendentes de formigas (que também sejam formigas, deve acrescentar-se, pois há casos em que os progenitores eram formigas mas deram à luz cigarras) e construíram a sua própria habitação sem recurso ao crédito, nada podem deduzir.
Quando se coloca uma habitação no mercado de arrendamento , o fisco saliva , pois pode ir buscar a sua parte, independentemente do rendimento anual total. Ainda compreenderia, se o proprietário estivesse na situação de ter a casa toda paga e só tivesse as despesas de IMI e condomínio e eventuais pequenas obras. O proprietário que ainda está a pagar o imóvel arrendado não está a usufruir dele, está a gerir uma dívida ao banco. Mas como as despesas financeiras não são consideradas despesas (não me parece que uma empresa seja proibida de colocar as suas despesas financeiras para cálculo do lucro), isso significa que o fisco não quer apenas taxar o lucro do proprietário, quer ganhar a sua parte, como se fosse mais um vampiro privado, pelo que vai roubar qualquer coisa como três rendas ao proprietário. Mais um pouco e estamos a pagar ao fisco para ter a casa ocupada por terceiros. Já faltou mais.

PS: Este blogue é pouco visível o que me permite fazer estes desabafos. Adoro ser pouco visível. Outros mais visíveis , já não  podem ,ou seja, já não  devem dar-se ao luxo de  desabafar (na  primeira pessoa) sobre estes assuntos… acho eu.