Anne-Sophie Mutter, Itzhak Perlman, Massenet:Méditation from Thais

31 01 2009


Anne-Sophie Mutter, com 13 anos ,Meditação de Thais, com Herbert von Karajan e a Berliner Philharmoniker

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Anne-Sophie Mutter uns anos depois…

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Itzhak Perlman
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Já aqui postei esta peça de que gosto particularmente: assim, hoje vai em versão tripla.

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Gaza: O outro lado do problema

31 01 2009

Blog do Público- Alexandra Lucas Coelho em Israel e na Palestina

 Repressão, interrogatórios, espancamentos, tiros. É o que contam do Hamas os militantes que não são do Hamas. Histórias de um território degradado pela ocupação israelita e pela guerra. Jihad, socialista filho de socialista, tem um apelo: “Pedimos à comunidade internacional que nos ajude a sair deste dilema.”

Reportagem

Alexandra Lucas Coelho, em Gaza

Gaza tem uma cor nos céus: verde-Hamas. Nos candeeiros, nos postes, nas casas, essa é a bandeira, ao longo das estradas e no meio da cidade. De vez em quando avista-se também a bandeira multicolor palestiniana, e é tudo.

E é um sinal do que está a acontecer desde que o Hamas tomou o poder, há um ano e meio.
Os militantes de outros partidos contam histórias de repressão violenta. A Fatah de Arafat, que nem há cinco anos tinha a sua bandeira amarela por toda a parte em Gaza, parece ter-se eclipsado. Entrou numa clandestinidade de muitos milhares.

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Petition on line to UNO: “Creation of a Special Tribunal to try Israeli War Criminals”

31 01 2009

Autor da petição:   THE INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR THE ELIMINATION OF ALL FORMS OF RACIAL DISCRIMINATION (EAFORD)

Link da Petição





Avaliação externa e SIADAP ( a propósito de dois posts de Pedro na Escola)

31 01 2009

Um post de Pedro na Escola a não perder sobre os microcosmos escolares do post simplex.

Concordo, como já aqui defendi , com uma avaliação externa das escolas e sou contra esta fantochada da avaliação individual, simplex ou compliquex, nada impedirá que os amiguinhos do poder instalado arrecadem as quotas ou quotinhas. Mas a avaliação externa deveria ser aperfeiçoada. Não se compreende que os painéis entrevistados sejam seleccionados pelos presidentes dos CE, ou seja, pelos próprios auditados.

O outro texto do mesmo autor sobre o SIADAP  mostra de forma bem viva o absurdo das quotas.

O que mais me chocou foi saber como muitas escolas resolvem o problema. Fraudes chamo-lhes eu. Se tivessemos que estabelecer quotas para os alunos iriamos alterar as classificações atribuídas , só para fazer saltar um dos alunos excedentes da quota? Qual? O menos bonito, o de olhos azuis? O de pele escura? Enfim, aquele que nos apetecesse. E tudo se resolve à boa maneira portuguesa cada vez mais treinada na falcatrua, desde a mais “inocente” até à mais desastrosa ou mesmo criminosa…..O que é preciso é improvisar, resolver os problemas caso a caso, hoje assim amanhã assado, com este cozido, com aquele grelhado…. e, claro está, saber agarrar as oportunidades e sermos “astutos”. Se tivermos a oportunidade de roubar a galinha da vizinha também o faremos… ou aplaudimos se a vizinha ficar sem galinha porque alguém veio( um fato negro do Estado ou das cobranças privadas por exemplo) e levou a galinha. Mesmo que a não comamos nós, ficamos contentes. É o princípio da inveja fomentado por este governo : se eu não tenho galinha aquele ou aquela também não devia ter!

«Topas meu? Ser honesto e solidário é ser bué de bronco, é ser “da”.”»       (tradução no idioma juvenil da praxis mais frequente do adulto médio português, traduzindo  a reprodução da ética dominante)

 

Como bem disse um colega numa reunião do planeta pra-frentex (embora não tenha assistido à dita) este governo aplica a teoria dos jogos.

Agora mais ainda, entregar aos indivíduos as decisões de resistir ou não, se essas decisões dependem do que os outros fizerem, no segredo ou às claras, tudo isso está estudado matematicamente . O “dilema do prisioneiro” está a ser aplicado. Mas as escolas não são (ainda) prisões, são aquários, por enquanto. Tudo se sabe. Aconselho um estudo da teoria dos jogos a quem queira perceber ou delinear estratégias. Mas cuidado, o expoente máximo nessa área, John Nash, era ou ficou esquizofrénico, como se pode ver no filme “Uma mente brilhante”. O chamado equilíbrio de Nash é bem mais complicado do que o “dilema do prisioneiro”.





Schubert Impromptu Op. 90 No. 4 (duas interpretações)

30 01 2009

Zimerman

 

Maria João Pires, 1986

  Já aqui postei esta peça, desculpem a insistência, mas gosto muito deste improviso, aqui em duas versões,  interpretado por dois grandes pianistas.





Blogue terapêutico?

30 01 2009

escher
Roubado aqui.

Quanto ao blogue, não sei. Desde ontem que acho que me faz mais mal que bem.
Estou de baixa desde Setembro. Não entreguei , por isso, os OI. O resto do pessoal entregou em Outubro pois temos no CE gente obediente e no CP gente que faz jogo duplo. No planeta prá-frentex, portanto. A luta dos profs a nível nacional recomeçou depois de Outubro e em quase todas as escolas Novembro era dado como limite de entrega dos OI, algumas, Dezembro. Por isso os resistentes da minha escola já não foram a tempo de não entregar…
Eu estou, assim, longe das lides de resistência que existem no planeta prá-frentex, onde há elementos que fazem jogo duplo, repugnante, mas que nem todos vêem. Não tenho saúde para lá estar a lutar em várias frentes e os alunos não têm culpa da atmosfera de inferno concentracionário em que estão mergulhadas muitas escolas entre as quais a minha. Tudo me impediu de continuar. Desisti, se quiserem. Resolvi tratar-me, sem prejudicar os alunos. Longa duração. Fica, assim, aberto o jogo, uma vez que deixei comentário, no profavaliação, a propósito da mobilidade dos titulares, e aí referi a minha situação de baixa.
Não quero saber, nem me interessa já se é de considerar baixa de combate ou não, estou-me nas tintas. Querem o diagnóstico? Agudização de depressão e esgotamento. Quarenta por cento da classe já passou por uma, saberá que são processos lentos de recuperação, havendo circunstâncias envolventes favoráveis, a pessoa pode recuperar, mas não é o caso, foram as circunstâncias que fizeram esticar a corda até rebentar. Estou a tratar-me e a minha saúde também conta, aos 54 anos sobretudo. Mantenho interesse pela luta, nunca faltei às manifs da plataforma. Não posso ir a todas, o médico desaconselha situações de muita agitação, embora ache que devo sair. Mas saio muito pouco, por isso os três períodos de duas horas e meia (em três dias semanais) de prisão domicialiária não me afectam muito.
A minha perspectiva é reformar-me assim que possa, assim que me deixem. Agora já dizem que a antecipada com os 55 de idade já não é dada a quem não tivesse 13 anos de serviço em 1989. Fui colocada em Dezembro de 1976, por isso tenho 12 anos e 8 meses e 26 dias ou coisa parecida. Isto é Kafka puro. Só atletas de alta competição de neurónios (mais criativos ou menos) aguentam isto. Esta forma de governar sem respeito por ninguém, jogando com a vida das pessoas em roda livre, não respeitando leis nem expectativas criadas por elas, fazendo “trinta por uma linha” sem que ninguém os controle, ninguém os pare, isto é Kafka com muitos elementos de nazismo e já estragou a saúde e a situação financeira de muitos. Não aguentei e senti que era na sala de aula que se iria reflectir o modo intenso com que me envolvo em tudo o que faço. Era injusto para os alunos continuar sem me tratar. Já o ano passado o deveria ter feito, mas tinha área de projecto do 12º ano e estágios a orientar, adiei. Em Setembro rebentei eu e verificaram os médicos da minha impossibilidade de trabalhar.
Resistência ou desistência ? Não sei nem quero saber, pensem o que quiserem , há até os que pensam que a depressão e os esgotamentos não existem embora estudos tenham concluído ( como já referi )que cerca de 40% dos docentes já por elas foram afectados. Mas não são consideradas doenças profissionais, pois os sindicatos têm mais que fazer…

Quanto ao blogue depois decidirei se devo continuar ou não.





Davos:Primeiro ministro da Turquia, Erdogan, abandona Davos após altercação com Peres

30 01 2009
Público:
«Depois de altercação com Peres
Turquia: Apoteótica recepção a Erdogan no regresso a Istambul 
30.01.2009 – 10h21 Jorge Heitor
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, teve hoje de madrugada uma recepção apoteótica no aeroporto Ataturk, na cidade de Istambul, ao regressar antecipadamente ao país depois de se haver incompatibilizado no Fórum Económico de Davos, na Suíça, com o Presidente israelita, Shimon Peres.

Mesmo apesar de ser a meio da noite e de só se ter sabido há pouco que estava para chegar, cerca de 3.000 cidadãos afluíram à aerogare, num mar de bandeiras vermelhas e brancas da Turquia, para aclamar a atitude de Erdogan, ao condenar de forma inequívoca a operação militar israelita na Faixa de Gaza.»

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