Crime na praia velha

31 12 2011

Agora chama-se Old Beach a praia velha de São Pedro de Moel. Não interessa o nome, o que é difícil de compreender, não mais do que outros crimes contra a humanidade ( não se escandalizem, este é mesmo um crime contra a humanidade num sentido mais lato), não se compreende, de facto,  que alguém tenha acordado de manhã, tenha comprado veneno , providenciado comida para cães, misturado tudo, guardando tudo num saco ou coisa parecida, arrancando de carro ou de mota ou outra coisa assim, deslocando-se aos lugares onde sabia que um grupo de cães abandonados sobrevivia do que lhe davam algumas pessoas, e deixado lá o preparado mortífero que os animais aceitaram confiantes. Depois os energúmenos fugiram,  é quase certo, pois este acto é próprio de gente “COBARDE”, não ficaram lá a ver as convulsões de agonia dos animais cuja inteligência supera a deles. Os animais eram pacíficos, nunca atacaram ninguém , eram cães adoptados colectivamente, por assim dizer. Subscrevo inteiramente o que é dito no artigo que digitalizei, de Elisabete Botelho , no Jornal da Marinha Grande de 29 de Dezembro, sobretudo nos votos de “boas festas” para os criminosos:

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Porque ainda é Natal

31 12 2011

A sagrada família na lapinha:

Ainda não tinha postado foto do meu presépio nórdico:

E a árvore que não poderia faltar:





Gato ama?

27 12 2011


4,6 milhões de visualizações. Realmente só visto.
Gato ama? Acho que sim em ambos os sentidos.





Adestes fidelis (Enya)

25 12 2011

Continua a controvérsia sobre a autoria deste hino, que muitos atribuem ao rei português D. João IV.





Silent Night (Susan Boyle)

24 12 2011




Natal com paz e esperança!

24 12 2011

São os meus desejos para todos os meus amigos e/ou leitores

Como tem sido habitual, fiz a lapinha  à moda da Madeira.  Pequena pois não há muito espaço na sala. Falta a seara que semeei um pouco tarde, espero poder lá colocar antes dos Reis.





Mais um belo texto de homenagem a Rui Gomes da Silva

22 12 2011

Diário de Notícias         

 Domingo, 11 de Dezembro de 2011         

Talvez alguns destes termos não digam nada à maioria das pessoas, mas para ele eram palavras correntes na linguagem de montanheiro.

Possuidor de uma notável técnica, com uma vontade indomável de aventureiro, o Dr. Rui Silva, como era conhecido, conquistou todos os principais cumes da cordilheira central da ilha da Madeira.

Abriu vias nas encostas mais agrestes e difíceis do nosso maciço montanhoso, vias essas que ainda hoje fazem as delícias de uns poucos que com ele partilham a paixão pelas montanhas. […] »            Continuar a ler no DN