Oceanário:”Memórias de uma Tartaruga”

21 04 2010

«Visita teatral para famílias, dia 25 de Abril, às 11h00

O Oceanário de Lisboa convida os mais pequenos a participarem na visita “Memórias de uma Tartaruga”, no dia 25 de Abril, às 11h00. Durante uma hora e meia, as famílias serão guiadas por uma anfitriã muito especial, uma “Tartaruga”. Nesta visita pelos oceanos, os participantes vão mergulhar numa aventura pelo fundo do mar através de uma representação teatral única. […]
Data: 25 de Abril

Horário: 11h00

Condições: Visita limitada a 25 participantes sendo o acesso determinado pela ordem de chegada, com levantamento de senha na bilheteira; não necessita reserva prévia; a visita tem início à hora marcada com os portadores de bilhete presentes junto ao ponto de encontro no átrio.

Preço: Preço normal de bilheteira para entrada no Oceanário.

Quem serão os 25 “privilegiados”, por irem bem cedo levantar o bilhete que é ao preço normal?

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Abaixo assinado e … San Macaio

20 04 2010

Continua aberto o abaixo assinado da FENPROF contra a consideração da avaliação demente, perdão, docente, do primeiro ciclo avaliativo para efeitos de graduação em sede deste concurso . Assinei (embora tardiamente, eu sei, mas os trabalhos em Vale de Corvos eram urgentes).
Claro que não fui a nenhuma concentração. São Macaio, perdão, São Mário que me perdoe, mas tenho mesmo mais que fazer….


CD “Bailes ao Luar” do Grupo Folclórico do Salão, Faial, Açores

Letra adaptável à situação da classe. Conforme se pode verificar depois do acordo, toda a gente, toda a gente se salvou….só os contratados não… toda a gente, toda a gente se salvou… só os profs é que não….





Donkeying?

19 04 2010


Mais fraco? Mais burro? Talvez não. Medo dos grandes é que ele não tem.
Nos tempos que correm, em que se nega o real, em que não há nunca responsáveis, em que o mais fraco não tem defesa nenhuma, aconselho aulas de defesa pessoal desde o ensino básico. Em actividade extracurricular, por exemplo. Talvez não fosse má ideia e dava emprego a pessoal especializado nessas artes, antigos bullies por exemplo.
Mas lembrei-me disto por outra razão. Quando me dedicar à agricultura biológica, uma actividade complementar poderá ser a de criar burros. Nunca se sabe quando acaba o petróleo e eles até andam bem. Cavalos não, para além de caros, são muito exigentes na comida e são muito altos, há que pensar nos acidentes:

Ajudaria na prevenção da extinção dos ditos burros: só figurativamente a espécie não está ameaçada. Não vou criar nem porcos nem cabras, sobretudo estas últimas que dizimam tudo quanto é planta, árvores jovens, por exemplo, só não comem pedras. No entanto, a conjugação burro/cabra pode ser divertida como a representada no vídeo seguinte:

E nada de invejas, é provável que o mundo acabe entre 2012 e 2016 (os sinais já sobejam) e não vá ter tempo de gozar a reforma…salvo seja.





A primavera e o “nosso” freixo

18 04 2010


Este freixo, apesar de já avançado em anos e de ter vindo a largar ramos, persiste em rebentar de novo em cada primavera. Os ramos caídos, qualquer deles constituindo uma árvore em si (caíram quatro, de grandes dimensões e em momentos diferentes, nos últimos anos depois do falecimento de meu pai), por estranha coincidência, foram sempre aterrar exactamente no caminho (que não é largo), em nada danificando a casinha que mandei restaurar (e que fica parcialmente por baixo desta árvore monumental).
A velha árvore, de idade indeterminada, mas que ultrapassará à vontade os setenta anos , estará fazendo a sua própria poda, já que ninguém a conseguiria efectuar sem alta tecnologia de escalada, manejo de moto-serra a mais de 10 metros de altura e conhecimento dos ramos a cortar (a árvore deve ter de altura máxima perto dos 30 metros, pelos meus cálculos grosseiros de trigonometria). Espero que esta velha amiga de meu pai continue a lutar por ser forever young durante largos anos e me sobreviva. Quanto à auto-poda, embora familiares meus e eu própria às vezes, acreditem que é meu pai que lá de cima anda a orientá-la, espero em todo o caso que os trabalhos já tenham terminado…





Joan Baez – Forever Young

18 04 2010




Lingam: significado polémico ou obsessões ocidentais

18 04 2010

Wikipedia:

«[…]The view of lingam as phallus has been debated by several scholars and philosophers. One of the earliest scholars to give this interpretation this was Monier Williams
One of the interpretations of linga as phallus was from Monier Williams, Professor of Sanskrit at Oxford University. However, Monier Williams wrote in Brahmanism and Hinduism that the symbol of linga, is “never in the mind of a Saiva (or Shiva-worshipper) connected with indecent ideas, nor with sexual love.”

Swami Vivekananda gave a lecture at the Paris Congress of the History of Religions in 1900 during which he refuted the statements of some Western scholars that referred to Shiva linga as phallic worship. Vivekananda’s words at the congress were in connection with the paper read by Mr.Gustav Oppert, a German Orientalist, who tried to trace the origin of the Shalagrama-Shila and the Shiva-Linga to phallicism. To this Vivekananda objected, adducing proof from the Vedas, and particularly the Atharva-Veda Samhita, to the effect that the Shiva-Linga had its origin in the idea of the Yupa-Stambha or Skambha—the sacrificial post, idealized in Vedic ritual as the symbol of the Eternal Brahman.According to Vivekananda, the explanation of the Shalagrama-Shila as a phallic emblem was an imaginary invention. Vivekananda argued that the explanation of the Shiva-Linga as a phallic emblem was brought forward by the most thoughtless, and was forthcoming in India in her most degraded times, those of the downfall of Buddhism.

According to Swami Sivananda, the view that the Shiva Lingam represents the phallus is a mistake;

This is not only a serious mistake, but also a grave blunder. In the post-Vedic period, the Linga became symbolical of the generative power of the Lord Siva. Linga is the differentiating mark. It is certainly not the sex-mark. You will find in the Linga Purana: Pradhanam prakritir yadahur-lingamuttamam; Gandhavarnarasairhinam sabda-sparsadi-varjitam—The foremost Linga which is primary and is devoid of smell, colour, taste, hearing, touch, etc., is spoken of as Prakriti (Nature).

The same sentiments have also been expressed by H. H. Wilson :

Although, however, the Linga holds a prominent place…the spirit of the worship is as little influenced by the character of the type as can well be imagined. There is nothing like the phallic orgies of antiquity: it is all mystical and spiritual. The Linga is twofold, external and internal. The ignorant, who need a visible sign, worship Śiva through a ‘mark’ or ‘type’–which is the proper meaning of the word ‘Linga’–of wood or stone; but the wise look upon this outward emblem as nothing, and contemplate in their minds the invisible, inscrutable type, which is Śiva himself. Whatever may have been the origin of this form of worship in India, the notions upon which it was founded, according to the impure fancies of European writers, are not to be traced in even the Śaiva Puráńas.

The novelist Christopher Isherwood also addresses the misinterpretation of the linga as a sex symbol as follows —

It has been claimed by some foreign scholars that the linga and its surrounding basin are sexual symbols, representing the male and the female organs respectively. Well — anything can be regarded as a symbol of anything; that much is obvious. There are people who have chosen to see sexual symbolism in the spire and the font of a Christian church. But Christians do not recognize this symbolism; and even the most hostile critics of Christianity cannot pretend that it is a sex-cult. The same is true of the cult of Shiva.
It does not even seem probable that the linga was sexual in its origin. For we find, in the history both of Hinduism and Buddhism, that poor devotees were accustomed to dedicate to God a model of a temple or tope (a dome-shaped monument) in imitation of wealthy devotees who dedicated full-sized buildings. So the linga may well have begun as a monument in miniature.…One of the greatest causes of misunderstanding of Hinduism by foreign scholars is perhaps a subconsciously respected tradition that God must be one sex only, or at least only one sex at a time.
The Britannica encyclopedia entry on lingam also notes that the lingam is not considered to be a phallic symbol; —

In Hinduism, a votary object that symbolizes the god Shiva and is revered as an emblem of generative power. The lingam appears in Shaivite temples and in private shrines throughout India.
In Shaivite temples the lingam is often at the centre, surrounded by a panoply of murtis (sacred images of deities). In contrast to the latter, the lingam is distinctively aniconic. It is a smooth cylindrical mass; often it rests in the centre of a lipped, disk-shaped object, the yoni, which is an emblem of the goddess Shakti. Since the late 19th century some scholars have interpreted the lingam and the yoni to be representations of the male and female sexual organs. To practicing Hindus, however, the two together are a reminder that the male and female principles are inseparable and that they represent the totality of all existence.

According to Hélène Brunner, the lines traced on the front side of the linga, which are prescribed in medieval manuals about temple foundation and are a feature even of modern sculptures, appear to be intended to suggest a stylised glans, and some features of the installation process seem intended to echo sexual congress. Scholars like S.N.Balagangadhara have disputed the sexual meaning of lingam.[…]»

Nota : Foram retiradas a notas de pé de página que dificultam a leitura. Remeto para o artigo original para quem quiser ter uma ideia mais documentada.





Lingastakam

14 04 2010


Não dá para fazer links hoje para a explicação deste símbolo. A internet da TMN é lenta e cara aqui em Vale de Corvos.
Entretanto apreciem o mantra.