Cerimónias do centenário do armistício em Londres

15 11 2018

Por isso T.May não esteve em Paris.  Poderiam ter coordenado as datas, mas cada um sabe o que faz. O importante foi não deixar passar a data. Relembrar o passado e sobretudo pensar nos erros , nomeadamente , o erro colossal do tratado de Versalhes, denunciado na altura por Keynes, mas que ninguém ouviu.

Entretanto ” the thing” twitta insultos… Pormenor típico: The Thing” foi a Paris de gravata vermelha, mas isso será irrelevante considerando tudo o resto. Aplaudiu o discurso de Macron e no dia a seguir twitta insultos.

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Discurso de E. Macron -Centenário do armistício 1918

11 11 2018




Centenário do armistício : 11 de Novembro 2018

11 11 2018

Ravel compôs também isto, não foi só o Bolero. A escolha do “Bolero” para as cerimónias em Paris pareceu-me pouco adequada ao momento de luto, mas admito que também era preciso uma melodia de alegria, afinal é um armistício que se comemora. Sobre as cerimónias devo dizer que Macron me fez chorar. Isto acontece-me pouco  e interessará pouco ao leitor (se chorei ou não :-), mas quero partilhar. Vou colocar aqui o discurso assim que apareça no youtube. Espero que tenha recuperado a desvantagem em relação a Marine , precisamente pelo universalismo do discurso, não estava em campanha eleitoral, foi um discurso quase poético. Cala-te Marine e ouve!!!!!!!!!!!!!! Pena que a segurança tenha obrigado a afastar as pessoas dos Campos Elíseos. Afinal a festa do povo em França só é possível com o Tour !!!!!!!!! Tinha mais a dizer. Ainda bem que Trump não falou, pelo menos na cerimónia oficial. Só falou o presidente anfitrião e soldados jovens.

Por agora, deixo um concerto que desconhecia ( mencionado pelo comentador na TV 5 Monde), composto para um soldado amputado da mão direita.





Não deixa de ser “west” nem “far”

31 10 2018

Lá por o Brasil ser no Sul não deixa de ser oeste e também é bem longe. Por isso vamos ter mais um far-west no sul.   Parece ser prioridade de Bolsonaro: armar os cidadãos. Ele acha que há armas a menos…. bem, quem estará contente será o lobby das armas, abre-se um mercado gigantesco. Já era grandinho nas Américas tanto a norte como  a sul , tanto no Brasil como  porquase  toda a América do Sul, mas assim dá para expandir. Se calhar já expandiram a produção a tempo de satisfazer a procura “inesperada” … hehe.

 





Um “não” à corrupção e ao PT muito claro

29 10 2018

Tá claro qui todo o mundo ou quasi já tinha o saco cheio de Lula e PT , é não?

E dissi basta prá valer! Tá?

E essa é a mensagem qui importa considerá! Cê não acha, não?

Quanto ao resto vamos ter um Trump a falar brasileiro e a twitar coisas? E a dizer que são fake news de cada vez que for criticado. Parece que sim. No entanto, há umas coisitas que vai ter de resolver entretanto…. pois afinal foi um NÃO que tem nome e bilhete de cidadão , um passado , um cérebro (será?) e não é um avatar.  Vamos ver.





Anupama Bhagwat : Raag Behag

25 10 2018

Tenho colocado Anoushka Shankar pelo virtuosismo, pela simpatia, pela sensibilidade ao outro, pelo trabalho de fusão que tem desenvolvido com músicos ocidentais , nomeadamente ibéricos. No entanto, convém não esquecer “the real thing” , ou seja as ragas da India só acessíveis a alguns ou algumas  sitaristas. Não sei , não sei mesmo se Anoushka é uma delas, pois o pai seu guru parece ter-se afastado também da pureza das ragas. Bem , eu pouco sei de tudo isto, mas sinto a diferença. Esta é por certo “the real thing”…. o que não faz da virtuosa Anoushka nada de plástico, apenas digo que ela se afasta da música indiana, cede  um pouco ao ocidente…

Também não sei se é historicamente correto chamar à música mais tradicional da Índia em sitar ou noutro instrumento, apenas  música indiana já que ela resulta de muitas influências. E também se espalhou pelo mundo em diversos momentos da História. Quem sabe se não há influência dela na Península muito antes de Anoushka cá chegar. Os diálogos não começaram hoje com a  “globalização”. conceito que já me agonia , de tão banalizado e repetido até à náusea. Dialogar, procurar o outro, querer aprender a conhecê-lo é simplesmente uma característica do ser humano , portanto não é de hoje e globalizações houve várias ao longo da História, tanto quanto sei.





VOST Portugal um nome a reter

17 10 2018

Fui reativar a minha conta do Twitter , finalmente vejo algo de útil nos tweets. Não sabia e bem me fez falta no Sábado, com a rádio Mundial silenciada (por ter caído o transmissor), foi complicado obter informação. Sem luz e sem cobertura de net no telemóvel, pois a que a Altice fornece é ridiculamente fraca, foi difícil. Uma experiência tipo caverna de Platão , tentanto decifrar o que estaria o vento a destruir quando algum ruído surgia diferente no meio do rugido medonho do vento nas árvores. Mas antes de faltar a luz tentei encontrar informação no IPMA. Aí os distritos todos que tinham costa estavam a  vermelho, mas a informação sobre ventos para cada concelho nunca foi atualizada, havia previsões de brisas por todo o lado, nem na Figueira nem em lado nenhum se viam ventos de mais de 50 km, aqui estavam nos 20 ou menos. Seria preferível não darem qualquer previsão de ventos a nível concelhio. Quanto ao site da Proteção Civil só serve mesmo para verificar a evolução dos fogos e de forma muito grosseira, se for a menos de 20 km chega-se lá melhor observando a olho nu. Enfim, é o que temos, é o que somos. Não gosto de usar net no telemóvel, nada mesmo , mas terei de o fazer em situações extremas e então terei acesso aos tweets da VOST.