Agora foi o frigorífico que avariou…

31 01 2017

Um combinado, da Teka Portugal… pois é , achei que a indústria portuguesa ou ibérica deveria ser apoiada comprando este produto e todo o equipamento da cozinha. Tem 3 anos. A máquina da loiça lava mal, mas fiquei a saber recentemente que afinal as ditas grandes marcas também não fazem muito melhor, temos de lavar as panelas, a máquina nas as vai raspar… enfim, eu coloco-as na máquina para pré lavagem :-), depois acabo quando retiro a loiça. Como ligo as máquinas sempre no ´horário de vazio não é um luxo incorportável.
Encontrei um forum sobre problemas de frigoríficos, português: um número imenso de pessoas queixando-se de problemas semelhantes e outros e verifiquei que eram marcas muito variadas sendo frequentemente mencionadas as bem cotadas…
No meu caso, a parte do frio deixou de funcionar, o congelador continua a trabalhar bem, mas…. terei de retirar tudo, pois o mais certo é o frigorífico ter de ir para a oficina. Felizmente que não deitei fora o meu velho combinado Balay que está debaixo do telheiro a trabalhar bem (acho que o motor é Bosch, a pintura é espanhola). Mesmo com a tinta exterior a cair é ele que me vai salvar relativamente aos congelados. Devo dizer que já avariou pelo menos duas vezes na sua já relativamente longa vida, mas nunca desisti dele… tem dois compressores e eu gosto da redundância nas máquinas 🙂
Juro que não lavei o frigorífico na máquina de lavar roupa. Talvez porque não cabia…. sabe-lá….

PS Não me apetece falar de Trumps nem de política nacional ou internacional, por isso vou fazendo esta espécie de diário do quotidiano trivial, é mais saudável.





Estou arrastada, prontos!

28 01 2017

Só para mudar de assunto. Já escrevi no face sobre isto de estar “arrastada”. É muita pressão, muita coisa para fazer e isso “arrasta” uma pessoa, pensa-se que com a reforma se pode fazer tudo o que se não fez na idade certa… e depois é muito projecto. O que foi que vos passou pela cabeça tortuosa? Não nada disso, refiro-me a coisas como aprender música, ler uma pauta, dedilhar uma guitarra, ou um sitar, por exemplo. Aprender , uma vez mais, a língua alemã (ao longo da vida tentei várias vezes, mas havia sempre um momento em que tinha de desistir, pois havia o emprego, as aulas e os alunos estavam sempre primeiro).
Estou “arrastada” e por isso ando a perder coisas, como já contei no face… Há outra explicação, a bem ver,que não tem nada a ver com estar “arrastada”: são os “gnomos” que escondem as coisas, tendo em conta que não coloquei o meu relógio nas botas nem na máquina de lavar. Nenhuma das roupas que estavam na máquina tinham bolsos, verifiquei bem, depois de me sair o relógio da dita máquina, juntamente com a roupa lavadinha a 40 ºC e devidamente centrifugada… Pois , não acreditam, pero que los hay, los hay!

PS: Esta ideia de ” gnomos” urbanos, que existiam não apenas na floresta e se escondiam e  andavam a fazer partidas às pessoas, foi invenção de meu pai e eu e meus irmãos, em miúdos, até achávamos que um dia os encontraríamos nos seus esconderijos.

Quanto à fonte de inspiração da expressão “arrastada” só não sabe quem não viu e ouviu na televisão de meia em meia hora , o Jesus a falar sobre as pressões que “arrastam” a sua equipa………………..não disse para onde está a ser arrastada, mas estou curiosa!





Dark time : 2017-01-20, 12:00 (Romeo Time Zone)

20 01 2017

flag-eua_trump

Guardar

às 17 horas horas de Portugal: the thing toma posse como Presidente dos EUA

Uma musiquinha apropriada à personagem:

Guardar





Hoje às cinco , nos EUA .Nossa Senhora nos ajude nessa hora e não só, rogai pelo mundo e por Portugal, que por cá o SNS precisa de milagre!

20 01 2017

Vai tomar posse aquela “coisa” que ganhou as presidenciais nos EUA. Haverá transmissões em direto na TV. Eu, se me lembrar, vou colocar aqui a essa hora uma faixa negra com música correspondente se tiver vagar para encontrar algo apropriado.
Fátima e o centenário. Será este um dos segredos? Seja como for, temos de rezar muito, não têm de ser rosários, acho eu, uma Ave Maria dita com devido sentido ao que estamos a dizer chega. Mas devemos dizer todos os dias, ou à noite. Pelo mundo, que esta coisa (não tenho melhor nome neste momento e como a “coisa” é Presidente não posso usar insultos – “the thing”, por enquanto, está bem), pelo mundo , dizia eu, que ela, a coisa pode tornar ainda pior do que é. E isso é possível sim, e a sua influência aqui na Europa já se faz sentir, a extrema direita já faz ou vai fazer reuniões mais ou menos públicas e mais ou menos secretas (vi no Avaaz , haverá uma reunião europeia numa cidade alemã “recatada” onde se reunirá não sei bem quem , mas serão movimentos legais e ilegais de extrema direita, calculo, para efeitos de programa de ação).

” Recatada” acho melhor do que “afastada” como ouvi a um alto responsável pela saúde em Portugal quando dos avisos sobre o frio. Ele disse, que nas zonas, ou aldeias mais “afastadas” se deveria ter um rádio e uma lanterna por perto para ouvir as notícias. A lanterna deve ser para as pessoas que vivem nas regiões “afastadas”… onde a eletricidade ainda não chegou (?!), mas pode dar-se o caso de não terem luz por não terem posses para a pagar. Bem, senhor responsável cuja cara conheço bem , mas de quem, de momento, não sei o nome, pergunto eu: “afastadas” de quê? De quem? De Lisboa? Das cidades? Do país? De Vª Exª?
PS: O timing da paralisação na saúde é perfeito não acham? Sei que há serviços mínimos, mas têm consciência de que fazer as pessoas apanhar frio para ir a consultas ou exames que não vão acontecer é um pouco cruel demais e pode mesmo matar?

<fui ver o nome do DG Saúde : Francisco George. Devo acrescentar que até nem tenho má impressão dele, mas aquele adjectivo fez-me soar campainhas, fiquei com a pedra no sapato e aproveitei hoje para deitar fora a pedra…





Amira em 2015

19 01 2017

Devia ter sido postado  no Natal, mas foi agora que fui ver e bem precisamos de orações. Esta maravilha continua a cantar e a dar concertos. Aqui , com 10 anos.





Já agora que andam a falar de negócios “educativos”… (ou “educacionais”?)

16 01 2017

Ninguém se preocupa com o negócio das calculadoras? Escrevi um email ao Comregras a desafiar os professores das áreas envolvidas a dizerem de sua justiça. Mas ainda não vi nada. Parece que está tudo bem… mas eu ando às voltas com a questão da equidade… o que pode ser alibi perfeito para concentrar as vendas e as compras dos modelos… Pois, é um dilema! Mas que me parece ser negócio fértil isso cheira-me. Por exemplo , a Texas Instruments em Portugal só trabalha com profs e alunos, “cidadãos individuais devem ir às grandes superfícies”, foi a resposta que obtive da empresa quando critiquei on line esta seleção de clientela… Mas percebe-se bem a estratégia 🙂 😦 No meu caso, até vou adquirir, on line, noutra empresa de eletrónica não nacional, uma novinha em folha, que me vai custar o mesmo que o especial preço que fazem às escolinhas …





Tv cada vez mais … como o país…. ou seja, coisa nenhuma

15 01 2017

Futebol, não aguento mais, crimes em todos os canais e uma semana quase inteira de funeral… chegou. Nas internacionais, aparece o Trump. Impossível de ver… está a acontecer-me o mesmo que me dá com o Sócrates, tenho de mudar de canal. Política também estou a criar alergia. O PS a beira da maioria absoluta? Teria sido o efeito Soares? Não sei nem me interessa muito saber se foi mais a ajuda do vazio em que se tornou a oposição à geringonça. Ou foi a ida à Índia onde Costa foi recebido como chefe de Estado? Quanto ao diabo, lamento achar que não se deve falar nele nunca. O que aí virá não é o diabo, mas sim e apenas o esclarecimento sobre o que nos tem sido servido como omeletes, sabendo nós que não há muitos ovos nelas….pois não há ovos, os que há servem para pagar dívida e mais juros,e financiar os bancos…., mas essa clarificação virá só depois das autárquicas.
Assim, voltando à tv, agora tenho o Grantchester : não havendo nada de melhor , vê-se bem e não adormeço no meio, como com o Morse, tanto o velho como o novo 🙂 .
Entretanto, o tempo falta para tudo o que quero fazer…. não, não vou fazer a lista, mas há sempre uma lista grande.