Véspera de primeiro de Maio

30 04 2008

Um feriado especial, é certo… será mesmo?

Em Fevereiro coloquei aqui o triplo concerto começando a meio do primeiro andamento. Agora é boa ocasião para relembrar como começa a obra, embora aqui de novo cortada abruptamente; mas quem gravou retoma a frase musical na segunda parte que já ouvimos.

É definitivamente a minha obra preferida para dias cinzentos ou de desalento. Claro que só ouvindo (ou escutando…) a obra toda é que podemos apreciar a magia da construção a partir da desconstrução…

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Transição escola-emprego na OCDE

30 04 2008

The Changing Nature of the School-to-Work

Transition Process in OECD Countries

Glenda Quintini, John P. Martin, Sébastien Martin

January 2007





Trabalhadores precários em luta

30 04 2008

Links

Artigo de opinião “Os descartáveis” de Mário Contumélias

FERVE

comunicado de imprensa dos “precários inflexiveis”

mayday lisboa





Finlândia?

30 04 2008

Duas visões sobre o mesmo país, ou talvez não.





Código do trabalho em concertação

28 04 2008

Música de fundo para a concertação social em pré-campanha e em bom ritmo, em tempos de globalização de facto e exploração juris e de jure…





Belgais já merece notícia?

28 04 2008

E assim é que, de repente, no telejornal, aparece Belgais, à venda dizem , na internet, talvez, numa firma de advogados, pois será. E são 150 milhões. Nem um filmezinho de arquivo sobre o que era, foi Belgais? Nada?  Apenas as salas vazias, um piano à espera…
Pois teremos que aguardar que Maria João encontre o apoio que merece no Brasil e aí reconstitua o projecto. Na net nada ainda disponível apenas um artigo do Telegraph já antigo de um ano, com pequena entrevista  onde a pianista explica por que razão emigrou.





Vale de corvos

28 04 2008

Retirei para aquele cantinho da Beira “profunda” a 30km de Coimbra, chamemos-lhe Vale de Corvos , cada um na sua proporção, e até porque os predadores que lá se vêem (para além do dominante que deu cabo de todos os outros) são cobras, corvos e alguns gatos bravos que ninguém já vê, embora deles se lembre. A TMN continua a garantir a sensação de profundidade impossibilitando sinal para aceder à rede. A Lousã assegura que dois canais pelo menos se vêem bem com a antena aérea interior. E foi assim que assisti ao programa Vozes de Abril. Nostálgico, interessante, mas definitivamente, não, o violino, o violoncelo e os sininhos não pertencem àquelas canções, estão fora do sítio, enganaram-se no show, não dá. Enfim, na minha opinião (obsoleta por certo). Mas ou é ou não é canção de resistência.
Quanto ao dia propriamente dito, nada como cortar mato verdinho com uma gadanha. Terei que arranjar um dia destes uma motorizada (não, não é uma mota, mas uma gadanha corta-mato com motor, não sei mesmo o nome técnico) e lá se vai o ar puro e o silêncio, mas só quem experimentou sabe a dureza da tarefa à força de músculo, sobretudo com a ervinha verde.
E pronto, foi assim o meu dia de revolução. Muito retemperante, acreditem, durante a actividade rural a 30 graus C, concentrei-me apenas nas ervas daninhas que já iam altas para avaliar a minha habilidade no manejo da alfaia, procurando ter em conta apenas os resultados, ou seja os estragos que pode fazer uma gadanha bem afiada .