Exames de final de ciclos?

31 03 2012

Só três linhas de reflexão:
Pro: nos alunos, os exames têm efeitos positivos evidentes na “motivação” para a aprendizagem por antecipação do que irá acontecer no final de ciclo. Será que alguém tem dúvidas de que isto é um facto? Por que será que as aulas ditas de “revisões para o teste” correm sempre tão bem, ou seja, muito frequentemente são aulas muito mais produtivas do que pelo menos uma semana de aulas sem teste à vista?
Contra: nos professores, os exames podem ter efeito negativo se a obsessão de preparar para exame vier desequilibrar o doseamento mais sensato e aconselhável (chamemos-lhe assim) na tríade ensinar/formar/educar.
Podemos ou não confirmar a seguinte afirmação (que será tautológica ou falaciosa?): todos os alunos excelentes aprendem seja qual for o sistema, com exames ou sem eles, com envolvente (e prática) de eduquês ou sem ele e todos os professores excelentes ensinam/preparam todos os seus alunos conduzindo-os todos a níveis de maximização do mínimo e do máximo, seja qual for o sistema vigente, com exames ou sem eles, com envolvente dominante de eduquês ou sem ele.





Pedra filosofal de Akira Senju

31 03 2012

Wikipedia sobre Akira Senju

Para relaxar depois de um dia cheio de ruralidade… os morangueiros estavam já afogadinhos em ervas daninhas e bem cravadas na terra. A monda dá muitas dores “nas cruzes” mas vale a pena restituir luz e espaço às plantas que tão produtivas foram o ano passado, estando já a florir e frutificar, apesar da concorrência feroz das ervas “oportunistas”, que cresceram cheias de viço, sugando o adubo que não lhes era destinado. Mas não se lhes pode levar a mal, elas não sabiam que o fertilizante era para alguns outros. Metáfora? Não era minha intenção mas até que se podem fazer umas extrapolações.
Quanto às pedras, vamos sempre encontrando muitas, mas nenhuma filosofal… algumas não são pedras, mas pedacinhos de cerâmica (pratos, calculo eu) que parecem indiciar que os meus antepassados partiam muita louça. Não são achados arqueológicos, a profundidade não é muita. Seria interessante encontrar algo mais valioso, com uns ouros ou pratas, mas nada… Metáfora? Também não foi intencional mas fica ao critério da imaginação do leitor.





Sitar rock: “Rolling in the deep” (Adele)

28 03 2012

E fui ouvir a canção original de Adele, que é um fenómeno: quase 268 milhões de visualizações. Não me sinto capaz de comentar a qualidade da canção. Está mesmo fora da minha área de saber, confesso a minha ignorância completa. Ignorância à partida provada por ter chegado a Adele por via do sitar  :-).   Apenas posso dizer que me agradou, o que é muito raro neste género de música. Quanto a Adele , que nada tem de Madonna no visual, pareceu-me ter uma belíssima voz. Ter chegado a Adele pelo sitar não foi coincidência se considerarmos que a esmagadora audiência da cantora só pode mesmo ser um fenómeno “global”.

E ficamos por aqui por hoje. Estive todo o dia nas plantações de primavera, no meu jardinzinho. Um dia destes alinhavo algumas ideias sobre coisas mais sérias que vão acontecendo no jardim maior à beira mar plantado…





Gato hiperactivo

26 03 2012

Só para experimentar a nova funcionalidade do wordpress





Expressão do dia (IV)

23 03 2012

“Assistentes operacionais” nas escolas

[…]”Os assistentes operacionais a seleccionar exercerão funções de auxiliares de acção educativa, executando tarefas de apoio indispensáveis ao funcionamento das escolas”[…]





Passarinhos da Disney (1933)

21 03 2012


Warning: this film contains explicit pedagogical approach considered incorrect by mainstream psychologists of late XXth and beginning XXI centuries.





Fantasia 1940: Sagração da Primavera (Genesis)

21 03 2012


Música: Stravinsky

Animação feita imagem por imagem é bom lembrar.