«Desânimo»

19 10 2017

«Estou agora triste. Há nesta vida
Páginas torvas que se não apagam,
Nódoas que não se lavam… se esquecê-las
De todo não é dado a quem padece…[…]»

Álvares de Azevedo

 

Descobri este poeta com a telenovela intermitente da CMTV, “Essas mulheres”, onde é repetido um excerto com a “maldita folha negra” como “Leitmotiv” da hipnose de Mila. Fui ver , sobretudo quando num desses muitos dias de fogos deste verão interminável, me choviam literalmente folhas negras de eucalipto e de carvalho. Neste Domingo caiu,  inteira , perfeita, uma folha negra de castanheiro.

Hoje voltei de novo ao google, wikipedia, para investigar mais sobre obra e vida deste autor. Fiquei estupefacta quando li que morreu aos vinte anos. E fui ler o que está on line. Não vou comentar o poema da “folha negra”, não é de todo a minha área, apenas digo que é  desconcertante e sombrio, mas merece ser lido na íntegra (in Glória Muribunda, XII).

Este excerto que escolhi para o post de hoje é de outro poema sombrio: “Desânimo» (Lira dos Vinte Anos, p121)

 

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