Briefing : a agonia do frigorífico e mais … da Teka

11 05 2017

O frigorífico da Teka, afinal, está mesmo moribundo. Ou seja, depois de 120 euros de despesa, a avaria foi declarada inviável… pois, já sei, o tubo que está roto não está acessível. Realmente o que eu vejo atrás são placas de um material que parece ser esferovite coberta de autocolante. Apetece esventrá-lo, mas , como a parte de baixo do combinado continua a funcionar em pleno eu desisti de perceber. Encomendámos outro on line da Bosch. Pois faço publicidade negativa ou positiva quando me apetece, de graça. O que é certo é que não vou comprar mais nada na casa que me vendeu estes dois eletrodomésticos. Quais dois? Pois, o outro é a máquina de lavar louça. Teka. Foi para a oficina pois o aspersor de baixo não rodava e repararam a válvula, 73 euros: um tempo depois o aspersor de cima deixou de funcionar. O frigorífico está a 12 graus lá dentro. Não é possível desligar a parte de frigorífico e deixar o congelador a funcionar. Bem, não vou deitá-lo no lixo, a congeladora dá jeito e há fruta e legumes que até gostam dos doze graus. Mas vai ficar no descanso pois não quero dois frigoríficos debaixo do telheiro, onde está o velho Balay (cerca de vinte anos ou mais, motor Bosch, dois compressores, está ao abrigo da chuva, mas não do calor e do frio e funciona mesmo, bato na madeira…). Por isso decidimos pelo Bosch. Este do telheiro, da Balay, só tem ferrugem no exterior pois a pintura espanhola não é maravilha ( a ferrugem está igual ao que estava quando ele morava no apartamento, não se deve ao facto de estar debaixo de um telheiro, note-se). Pensei mesmo pintá-lo de azul e promovê-lo à cozinha, mas não sei pintar eletrodomésticos e, afinal ele é a tal redundância de que eu gosto , não vá o diabo tecê-las. O avariado , de três anos, irá descansar por uns tempos na casa velha que comprámos para futuro restauro, ficará na cave. Não há eletricidade nessa casa. Se o roubarem levam um rica prenda. Pode acontecer, nunca comprem eletrodomésticos em segunda mão é meu conselho, pode estar avariado ou ter sido roubado. Estes dois aparelhos foram comprados novinhos em folha. Portanto, Teka nunca mais. Vou repetindo. Lamento mas seria bem melhor que a Bosch investisse em Portugal e os fizéssemos cá. Quando comprei estes da Teka disseram-me que eram cá fabricados e os de cá eram bons. Está-se a ver a bondade. Não sei como se vai portar o Bosch que há-de vir. Bem, já pagámos , no email diziam sete dias para a entrega, tenhamos esperança de que chegue rápido, pois estou fartinha de ir lá fora guardar coisas e tirar coisas do frigorífico. E prontos , por agora é tudo quanto à saga da Teka (que seka , não é?).
Só dizer que estou no livro terceiro do “Pela estrada fora” do Kerouac. O livro terceiro, como o segundo, aparece no meio do texto sem parágrafo , apenas com maiúsculas e continua no ponto anterior ou quase . Que posso dizer? Doidos varridos! Bem , continuo a ler com interesse , sobretudo por querer saber o que vai acontecer ao Neal e ao Jack. Interessante o fenómeno de identificação do(a) leitor(a), estou a ler e a imaginar-me ser um deles , não delas, pois aí, o autor e os amigos são todos machos (e machistas embora não saibam que são) ,as mulheres são … nem sei como explicar, enfim, é melhor ler. A identificação como o narrador, comigo, é um processo automático, pois não queria nem por sombras ser um deles. Não sei se se passa isto com toda a gente, é possível.

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