Briefing quotidiano: máquinas e livro….

15 02 2017

As notícias sobre a morte do meu frigorífico eram exageradas. Verdade, chegou a existir essa notícia, o técnico telefonou a semana passada dizendo que não tinha arranjo e 3 horas depois telefonou a informar que ele tinha começado a funcionar. Virá amanhã. Era o gás. Bem, ficou lá este tempo todo em teste, no S.O. calculo eu, para garantir que estava mesmo de boa saúde, após a intervenção que me custará 120 euros.

Entretanto o relógio ainda está em observação. A máquina que lá vão colocar não sei de onde virá… enfim, acho mesmo que me devo preparar para ter um relógio com transplante de coração. As qualidades que tinha, por exemplo, NUNCA se atrasar ou adiantar, acho mesmo que não se vão manter. Mas gosto do visor… e sou conservadora, está visto.

Entretanto investiguei e descobri que a BULOVA era uma marca americana, a fábrica era lá, e a história do espaço confirma-se, mas por coincidência, pois ele foi usado no espaço exterior apenas porque o vidro do Omega estava partido e o astronauta usou o seu BULOVA pessoal. Agora acho que se fazem Bulovas na Suíça. Mas já me informaram que as máquinas suíças não custam 45 euros, custam mais, mas não tem importância, tudo tem um fim e todos os problemas fossem esses.

Entretanto, estou a acabar de ler o livro “Les âmes grises” de Phillippe Claudel. Muito bom. Depressivo , mas com aquela qualidade que não sei descrever, mas que me fará ler outras obras do mesmo autor. Esta foi a primeira, minha irmã emprestou-ma (em Francês). O relativamente pequeno livro, já lido por ela e pela minha falecida mãe, vinha enriquecido. Minha mãe colocou a lápis , como sempre fazia, a tradução das palavras que ela desconhecia (que eram poucas) e fez comentários laterais. Muitas outras palavras ficaram sem tradução para mim que não tenho um Francês tão avançado como ela tinha. Não tenho paciência de ir ver ao dicionário. Foi interessante ler os comentários dela, os destaques de parágrafos (o que me fez voltar a lê-los). Foi, assim, uma leitura a três ou mesmo quatro (contando com o autor), pois alguns sublinhados podem ter sido feitos pela minha irmã. Não me importo nada de ler livros com estas notas, há quem não goste, mas eu gosto sobretudo se feitas a lápis, não dificultando a leitura.

Por hoje é tudo, espero e desejo que o enxofre desapareça rapidamente, e cá não chegue (já agora , desculpem o egoísmo).

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