Tsipras/Costa para bébés: “There were 10 in the bed” e lição linguística para Grécia, Portugal e Reino “Unido” até ver

12 04 2016

Antiausteridade Costa Tsipras ou vice versa para bébés:

Licão de linguística:

A nossa expressão equivalente vem no minuto 8:46.
Tudo quanto é língua esquisita é soletrado com referência a números, frações sobretudo, euros , muitos “t”, “h”, “square” “euro”… e “trade marks”, divertidíssimo. Sobretudo por parecer muito bem documentado , cheio de referências britânicas. Mas a pronúncia das diferentes línguas foi desprezada e as ditas línguas esquisitas simplesmente ignoradas na leitura da expressão, lendo-se apenas os símbolos do teclado….
No entanto, aqui fica a referência a esta universal expressão de sensatez ou seja bom senso!

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Indrajit Banerjee: Sitar – Bhairavi Dhun

7 04 2016


Rag Bhairavi





Isto seria bom que fosse mentira

1 04 2016

Público:

«Combate ao terrorismo abre guerra entre inspectores da PJ e Governo
LUCIANO ALVAREZ 01/04/2016 – 16:29
Retirada de poderes à Polícia Judiciária leva inspectores a acusarem António Costa de um “miserável aproveitamento do medo” para reduzir o papel institucional da polícia de investigação.

O Governo retirou à Polícia Judiciária (PJ) os contactos e as trocas de informações com a Europol e a Interpol, passando estas autoridades internacionais a funcionarem sob a égide do secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, comandado pela procuradora-geral adjunta Helena Fazenda.

A decisão foi tomada na reunião da passada segunda-feira do Conselho Superior de Segurança Interna, presidido pelo primeiro-ministro, António Costa, que debateu a estratégia de combate ao terrorismo e abriu uma guerra dura entre os inspectores da PJ e o Governo.

Segundo o Governo, esta medida visa “incrementar a cooperação policial e contribuir para uma melhor coerência da troca e partilha de informações com os parceiros internacionais”.

Já a Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da PJ (ASFIC/PJ) vê nela “o culminar de uma guerra que nos últimos anos tem sido movida à PJ por um conjunto de interesses associados”. Fala mesmo numa “aversão à PJ” que “cresceu na proporção em que cresceram os processos por corrupção e criminalidade económica e financeira e outros bem conhecidos”. Acrescenta ainda tratar-se “de um miserável aproveitamento do medo” para “mais uma e decisiva investida do poder político na redução e no apoucamento do papel institucional da Polícia Judiciária”.

Carlos Garcia, presidente da ASFIC/PJ, questiona acima de tudo a criação de um Ponto de Contacto Único Nacional sob a égide do secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, quando nos restantes países europeus ele é feito nas polícias. O inspector diz que, a partir de agora, “está aberta a porta a uma intromissão do poder político na investigação criminal”. (para continuar , usar o link)