Não há a figura de equiparação a refugiado de guerra?

16 02 2016

Devia haver para as vítimas de violência doméstica e /ou abuso sexual. Estou, estamos a ficar fartos destas situações em que a vítima se queixa de violência, mas não há detenções, o abusador continua em liberdade como antes da queixa, a vítima é aconselhada a evitar a proximidade do dito , em alguns casos o abusador é apenas proibido de se aproximar da vítima, mas será esta que terá de chamar a guarda em plena cena de abuso … Estão a imaginar a pessoa a levar pancada e a telefonar… como se os telemóveis não fossem as primeiras coisas que o abusador violento tratará de destruir. Portanto , se a justiça portuguesa trata brandamente estes animais (sem ofensa para os ditos) resta à vítima pedir equiparação a refugiado, sobretudo estes últimos da Síria , Afeganistão e Iraque, ao menos alimentam-nos , dão-lhes guarida e até segurança , pois como são muçulmanos podem ser alvo de ataques racistas… Não existe tal figura jurídica mas devia haver.
Quando a mãe em desespero tenta acabar com a própria vida e a dos filhos é ela a homicida , é ela a violenta. Quem foi que a levou a tão incompreensível (e para nós inaceitável) decisão?


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