Boudewijn de Groot: “Verdronken vlinder”

18 12 2015

“…Om te leven hoef ik echt geen vlinder meer te zijn”

No entanto, há momentos em que é preciso, ou seja, eu preciso voar para outras paragens, para outra cultura que parcialmente me pertence também, ou melhor, à qual pertenço também, voar para outra língua, para outra realidade com outro percurso histórico, outra memória, outra identidade, nem que seja através de uma simples canção já antiga. Esse voo da memória pode ser uma forma de arejar, de sair deste ambiente que aqui respiramos, neste país que tornámos pequenino, mesquinho , quase endogâmico por falta de massa crítica , neste cantinho à beira mar plantado, periférico, envelhecido, decadente e culturalmente anoréctico.

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