Para que conste na minha cloud pública, o meu blogue (post autobiográfico mais ou menos privado)

7 12 2015

Quero que fique neste blogue, por ser blogue público. Uma espécie de cloud pública. Quando perder a memória (salvo seja) poderão aqui vir em vez de irem ao meu disco duro do computador…. ou inventar as histórias que lhes apetecer a respeito da minha pessoa. O que assim venho expôr é assunto da esfera publico-privada, por isso os meus leitores habituais ficam avisados antes de ler.

Quando, em 2009, concorri ao concurso nacional para o ano lectivo de 2009/2010, para vagas de “titular”, essa aberração , decidi concorrer à única vaga do meu grupo disciplinar existente a nível nacional .Essa ÚNICA vaga era em Lisboa , por acaso, no liceu onde estudei. Como se dava o caso de ter desempenhado aqueles “cargos” todos que davam pontos para titular, nas devidas datas (Valter Lemos no seu melhor, determinava que os mesmos cargos , se desempenhados antes das datas previstas por ele, não contavam para nada…) fui colocada nessa vaga , em LISBOA, num “liceu” prestigiado. Ora os motivos que me levaram a fazer uma enorme despesa de ter de alugar apartamento em Lisboa ( estava no último escalão, o dinheiro dava para isso) foram os seguintes:
– Sentir que a confiança que em mim depositaram quem me elegeu nos ditos anos em que fui coordenadora de departamento tinha desaparecido quando se falava de avaliação de professores.
_ Ia ser avaliada por pessoa de outra área, mais novo e menos graduado na carreira. Com essa pessoa houve alguns atritos quando desempenhou o cargo de coordenador de departamento e fazia o contrário do que eu fiz sempre. Reunia DEPOIS do Conselho Pedagógico para que aplicássemos as ordens superiores. Fiz sempre o inverso, queria levar ao CP as opiniões do grupo disciplinar , o que me obrigava a convocar mais reuniões … terá sido por isso que não me elegeram? Que servi para “barrar” no CP certa pessoa chefe de lobby, que gostava de ter todo o protagonismo e chamar a si todas as glórias do que quer que se fizesse de projectos na escola, conseguindo apoios que outros projectos (na minha opinião bem melhores) viram recusados, servi para isso, anos a fio, mas para avaliar, já não. Mal sabiam as minhas opiniões quanto ao absurdo da avaliação de professores sobretudo como estava delineada pelo governo mais abjecto (é esse o adjectivo adequado) que tivemos em democracia.
-Queria verificar se o ensino vocacional e profissional estava a ser uma bandalheira só na minha escola ou era em todo o lado. Verifiquei que era em todo o lado. Não fui colocada na escola “Em Todo o Lado” mas pelo que tenho ouvido é mesmo isso … e cada vez admiro mais quem, na minha penúltima escola, a de Leiria resistiu e não passou todos os meninos, não ofereceu módulos sem exigir trabalho, APESAR das ameaças (concretizadas) de que isso se reflectiria na avaliação de professores!
_ Motivo familiar: minha mãe estava com um linfoma, e queria acompanhá-la o mais possível. Ela gostava da sua paz e sossego por isso não me disse para ir viver com ela em Lisboa, fiquei magoada mas compreendi e também para mim seria menos stressante (estava de baixa , com uma depressão) . Como estava de baixa e havia as visitas do Inspector de Saúde, essa figura de burocrata que sabe de todas as especialidades e que não mandei à merda (quando me visitou na Marinha Grande onde eu vivia) por ser bem educada e por estar fragilizada, quando me disse que o trabalho era bom para curar as depressões, devia ter-lhe dito: vá o senhor trabalhar para as urgências precisam lá de médicos, em vez de botar postas de pescada a respeito de diagnóstico que lhe não é permitido fazer nem comentar, tanto mais que era de outra especialidade que não a psiquiatria.

Desloquei-me frequentemente a Lisboa em 2008 e 2009, para tratar de encontrar apartamento e para ver a minha mãe. Fui eu que a levei à operação da catarata (ela queria ver, vejam lá o luxo, uma pessoa com um linfoma…) Só a partir de Maio fiquei a morar em Lisboa. Minha mãe viria a falecer em finais de Junho, completando no princípio desse mês a idade de 83 anos. Meu irmão vivia a 10 minutos (de carro) da minha mãe. Achou que foi pelo telefone que apoiámos (nós as duas irmãs que viviamos em Leiria). Pelas vezes que minha cunhada contava a história de ter levado a minha mãe à CUF ou a outro hospital, daria talvez 300 idas. Mas foram apenas 4 ou cinco idas ao hospital . Meu irmão viria a cobrar , nas partilhas, 188 visitas… ou coisa assim, visitas que não fez, minha mãe queixava-se disso, da solidão. Almoçava com ele uma vez por semana, e minha cunhada ia buscá-la e levá-la grande favor, Alverca aos Olivais! Minha mãe movia-se bem, era ela que ia às consultas. A CUF foi quem tratou dela no final e quem diagnosticou o que ela tinha, os outros hospitais onde ia não diagnosticaram, por isso foi tarde demais. A CUF foi paga directamente pois minha mãe tinha uns “trocados” como meu irmão lhe chamou ( sobretudo por serem a dividir por 3 calculo). Esses trocados davam à vontade para o HOME CARE da CUF . Meu irmão tinha o livro de cheques e achou que foi ele que decidiu. NÂO FOI! Foi minha mãe, o dinheiro era dela. NUNCA PERDEU AS SUAS CAPACIDADES MENTAIS . Não foi preciso gastar tudo o que ela tinha, infelizmente. INFELIZMENTE, pois foi sinal de que viveu pouco mais tempo. Depois da conta do hospital e de dois meses de Home care de 24 horas, ficou muito , mesmo muito (muito, para as minhas contas, pois eu faço contas comparando com o meu PIB doméstico , ou seja o meu rendimento anual e não com o rendimento das pessoas que vivem em “vivendas de 2,5 milhões de euros” que era o que meu irmão queria ter).

_Foi bom poder estar com a minha mãe nos últimos tempos de vida dela, quando me instalei em Lisboa, visitava-a dia sim dia não , não era todos os dias pois também o Inspector de Lisboa poderia aparecer. Não apareceu. Interrompi a baixa em finais de Agosto desse ano, para dar aulas na escola do centro da cidade onde fui colocada. Nunca meu irmão me disse que fosse para o apartamento que ficou vazio depois da morte de minha mãe, teria medo que eu ficasse com direitos especiais ao apartamento que, na cabeça dele, era para ele. A mulher trabalhava para uma advogada… Minha irmã sugeriu que eu fosse para lá viver, para o apartamento que era dos três, disse-o várias vezes.

Quanto a esse apartamento nos Olivais, o grande desejado por meu irmão : minha mãe, de facto, disse que um dia gostava que ele vivesse no apartamento. Pois, achei mal, muito mal, por isso, quando faleceram os dois pais, e se falou de partilhas disse logo que ele poderia ir para lá viver de graça , mas assim que vendêsse , teria de nos dar as tornas. Pois assim ele já não queria. Para além disso e mais importante do que tudo o mais, minha mãe deixou uma última carta em que nos entregava, face à crise a que assistia (era pessoa bem informada politicamente, embora tivesse sempre votado partido socialista :-)…), dava-nos claramente, TODA a liberdade de fazermos as partilhas da forma mais JUSTA que entendêssemos. Ela nunca perdeu a boa cabeça que tinha. Aliás despedi-me dela , escondendo as lágrimas, no dia em que ela não conseguiu acabar duas frases e queria ir deitar-se. Aí percebi, estava a dizer adeus à minha mãe. Uma semana depois estava morta. Minha irmã estava com ela, vinda de Leiria. Eu tinha voltado a Leiria , no fim de semana, minha irmã telefonou-me de Lisboa, já na CUF , a dizer que a nossa mãe tinha voltado ao hospital com pneumonia e estava mal. Enquanto preparava as coisas para apanhar o espresso (não estava em condições de conduzir), minha irmã telefonou-me a dizer que a nossa mãe já tinha falecido.

Minha mãe não chegou a saber que, em novembro de 2009 eu voltaria a meter baixa. Verificando que todos os sintomas da depresão, incluindo ataques de pânico, me estavam a voltar, teve de ser. E voltei à depressão e ao respectivo estado animico e incapacidade, por muitos fatores, sendo que o que mais pesou, ou seja a gota de água, uma turma profissional diurna que me calhou em rifa e que fazia o que lhe apetecia, não deixava dar aulas, a matéria tinha de a passar em slides para que passassem para o caderno, pois a voz não chegava. Quando mandei dois alunos sair da sala por motivos disciplinares, foram fazer-me espera noutra turma enquanto se dirigiam para a aula de Educação Física (já com 1/4 de hora de atraso). Eu tinha, nesse dia, a porta aberta, pois dar aulas sempre foi algo que achei que não tem necessariamente de ser à porta fechada, esqueço-me de a fechar ou só a fecho quando há barulho lá fora. Ficaram assim os dois à porta , um ele e uma ela , ambos com pelo menos mais 15 cm de altura do que eu, ela colocando os dedos na ombreira da porta, dizendo “não me trilhe os dedos” . Respondi que não, que eles é que se iriam embora e só depois fecharia a porta. Estive assim em braço de ferro psicológico durante algum tempo, com os alunos da minha outra turma esperando pela continuação da aula… Não mostrei pinta de medo, não lhes respondi se iria participar as faltas por expulsão da aula que era o que queriam saber , mas disse-lhes que as faltas eram sempre participadas e que seria melhor não agravarem o teor do relatório que iria incluir esta cena . Estavam já no 11º ano com todos os módulos feitos no 10º ano. Verifiquei depois, que não haveria apoio por parte da DT, os colegas tinham-se habituado àquele “faz de conta que dou aulas, vocês dão-me sossego e eu dou-vos os módulos” não explicitado , claro está, mas, era DE FACTO o que se passava com muitas das outras aulas. Não era só na minha que impediam o normal decorrer dos trabalhos. Foi nesse mesmo dia que decidi que BASTAVA e fui ao director dizendo que iria meter atestado de longa duração e os papéis para a reforma, já que em 2010 fazia 55 anos. Tinha já uma carreira de mais de trinta anos de serviço sempre sem atestados, só mesmo no final da mesma, graças a Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues e os respectivos secretários de Estado, e ainda os que, nas escolas nem precisam de Lurdes Rodrigues para continuar com pressões sobre colegas para passar gente que não quer estudar, não quer aprender, para fazer grelhas e papelada em vez de preparar aulas, para que possam mostrar serviço perante directores e por aí acima…

– Minha mãe não chegou a saber disto, da minha reforma precoce, pois falecera em Junho desse ano. Não chegou a saber que fui para casa, voltando a Leiria, deixando o apartamento T1 alugado no Lumiar, já com a experiência do que é viver com menos 600 euros que era o valor da renda. Em Junho de 2010 deram-me a reforma antecipada com penalização de oito anos que faltavam na idade, se tivesse sido em Julho seria menos 0,5 na “pena”, já que teria 55 e meio. Note-se que poderia ter prolongado o atestado por mais algum tempo coisa que NÃO condiz comigo, com os meus princípios kantianos que me posso dar ao luxo de aplicar, pois não tenho filhos que precisem do meu apoio pecuniário. Levei o máximo de penalização pela idade. Agora, o regime ainda penaliza mais, já não me lamento. O que é certo é que , não fosse tudo o que aconteceu ao ensino profissional, às escolas onde pessoas com menos experiência e de outra área avaliavam outras com mais graduação apenas por terem sido eleitas para o efeito… não fossem as pressões para passar tudo quanto é aluno que aparece na escolinha a justificar horários de professores…. e não fosse eu ter essa saída da reforma antecipada com penalização que outros não tiveram por serem novos ou por terem começado tarde, eu estaria ainda no activo. Mas eu comecei com 21 anos de idade a dar aulas no Alentejo a que chamam “profundo” e que na altura era mesmo. Tinha 33 anos de descontos quando fiz 55 anos de serviço.

Isto não é um testamento intelectual é apenas um esclarecimento. Quero que , quem me conhece, saiba dos factos e que meus sobrinhos da parte de meu irmão, que cortaram, por causa do vil metal, com as duas tias e primos , um dia saibam (ou não, já nem me interessam muito, trata-se de uma mulher e um homem adultos que sabem decidir por si e assumir as suas escolhas) a minha versão dos acontecimentos no que respeita a quem tratou da minha mãe e do que se passou quanto às partilhas, nomeadamente, o esclarecimento de qual a última vontade expressa de minha mãe. Que não deixou testamento. Se ela quisesse dar-lhe o apartamento poderia fazê-lo, a legítima permitia, graças também aos “trocados”.

Agora em discurso directo e para que conste , pois as tuas histórias até já devem ter chegado à Madeira, que eu conheço bem as pessoas de quem falo:

Querias o prato das lentilhas, querias ser o primogénito, mas nem isso és, ou querias que fosse como era antigamente, por seres o único homem levavas tudo? Pois isso já foi , agora já não é, há muito tempo que não é assim. Por isso nem ao prato de lentilhas terias direito. Apenas ao que te era devido face ao valor do património cujo terço te foi pago pelos valores de dois anos antes. Sabendo da desvalorização posterior do imobiliário que todos conhecemos, vamos lá a saber: cortaste connosco por vergonha ou por acreditares mesmo nas patranhas que contas a ti próprio?
Outra coisa muito importante : quanto às duas semanas em que estive de cama com a bacia partida em acidente rodoviário, em 1989 e durante as quais me fizeste as refeições e trataste da arrastadeira: pelas contas do home care (assim como contabilizaste as visitas à mãe nas partilhas, acho que também posso fazer estas continhas) o serviço que fizeste seria assim de dois mil euros, mas como não houve apoio médico e quem me lavou a cabeça foram duas amigas minhas, acho que não chega a tanto… mas enfim. Ficamos quites. A mim nem deves desculpas. Mas a quem sempre te ajudou como minha irmã o fez, acho que a ela deves desculpas, sim.

Ah e outra coisa: uma escritura de partilhas é uma acto público por isso não me venhas (ou venham, a tua família…) dizer que estou a desvendar coisinhas da vida privada alheia ou a difamar. Processem-me por difamação. Tenho os e-mails “trocados” entre nós , aqueles de que te deverias envergonhar. Difamar é dizer mentiras. Ora nada do que aqui fica é mentira. è do foro privado? Não é, houve partilhas. Houve corte de relações. Calculo o que tens dito a nosso respeito por aí , tanto no continente como na Madeira, tu e não só.

PS: Uma vez mais, aos meus leitores habituais , as minhas desculpas pelo desabafo.


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11 12 2015
Esclarecimento ao post semi privado de dia 7 de Dezembro de 2015 | maisk3D

[…] O testemunho que deixei nesse dia é mesmo para ficar on line. A parte relativa aos factos passados nas escolas que não nomeei mas que são fáceis de identificar, é para ser considerada como casos significativos de uma situação da educação em geral e não para criticar pessoas, cada um encontra as soluções que lhe são mais adequadas para sobreviver a condições que direi adversas. Acrescento que, relativamente aos factos relatados com os alunos, nem lhes quero mal (embora calcule que achem que conseguiram mandar-me para a reforma, que lhes faça bom proveito, um dia virá em que pensarão de outra forma…), tenho consciência de que se tivesse então menos 10 anos , mesmo com alguns sintomas de depressão , que conseguiria dar-lhes a volta, que tentaria pressionar no sentido de que o conselho de turma fosse mais atuante, não no sentido repressivo, mas apertando também com a disciplina. É aí que uma idade caminhando para os sessenta, um quadro depressivo e circunstâncias privadas adversas ( doença e morte de familiares) podem impossibilitar a resistência de uma professora como eu, com uma carreira limpinha de atestados (até ao consulado Sócrates). Considero-me como profissional competente e responsável. Como sou suficientemente inteligente para me auto-avaliar não me considero excelente, conheço professores que o são, por isso sei comparar. Normalmente esses professores excelentes não se consideram como tal e não gostam de julgar ou avaliar os outros professores, infelizmente é assim e é pena, pois deveriam ser eles a fazer a avaliação. Acrescento ainda, que na última escola, tinha mais duas turmas, uma com alunos muito bons e ambas com alunos que, na sua maioria, eram interessados nas aulas e participativos. Os fins de semana passava-os a trabalhar para o profissional e não para eles, não sobrava tempo. Isto passa-se com muitos professores que têm vocacionais, profissionais ou que lhe quiserem chamar e ao mesmo tempo têm turmas do ensino dito regular. Será isto boa alocação de recursos humanos e horas de trabalho? Fica o desafio , quanto à resposta, para os especialistas em ciências da educação. O que não suporto é o paternalismo daqueles (que tenho a certeza que comentaram na altura ou mesmo quando leram o meu post) que acham que a culpa não é nunca dos alunos, coitadinhos , ” ela até vinha de uma baixa prolongada” , teve recaída. Pois é , estava com depressão que tentei recuperar voltando a trabalhar. Recusei qualquer tentativa de conseguir a reforma por incapacidade. Tenham santa paciência, mas incapazes foram os nossos governantes do consulado daquela pessoa que indicia o suficiente para ter um processo por corrupção e que se se preocupou com o betão mais do que com a qualificação efectiva das pessoas, qualificação que estava a ser feita de forma razoável na escola pública e que destruiu criando um aborto chamado “Novas Oportunidades” … e que nutria , juntamente com a sua testa de ferro Maria de Lurdes, um ódio de estimação aos professores, tendo posto de pantanas a escola pública, enquanto a propaganda à Goebbles se encarregava de que, na opinião pública, ficasse a ideia de que ele “andava a pôr os professores na ordem”!!!! A culpa não é, de facto , dos alunos (embora devam ser responsabilizados pelas suas ações, isso faz parte da educação), a culpa fundamental é de quem impôs às escolas a adulteração dos objectivos do ensino vocacional e profissional, impondo um facilitismo patético, para não dizer criminoso, pois dar aos alunos, de mão beijada, os cursos com equivalência ao 12º ano é uma prenda envenenada. Tudo isto que aqui digo a respeito do consulado Sócrates é verdade ou não , senhores comentadores que de tudo sabem e até sabem diagnosticar depressões de colegas, apesar de não serem competentes para isso? Ou já se esqueceram dos anos de 2007 e 2008? Esqueceram-se da manif de 8 de Março de 2008? Analisaram-na quanto ao número e características sociológicas dos participantes ? Esqueceram tudo, acham que Passos Coelho foi pior? Então estamos conversados. Sejam felizes! […]

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