Guinote no seu melhor: “Uáite Nigas”

3 11 2015

Embora agora eu esteja em desacordo com o que Guinote tem dito sobre política no seu novo blogue “O Meu Quintal” , há ainda pontos em que concordamos , e este post que aqui vou” linkar” é uma maravilha, até parece que o Guinote lúcido voltou. Hehe , isto é provocação, não é insulto, respeito a opinião deste autor mas acho que não está a ver com toda a clareza, nomeadamente está a esquecer ou desconhece os métodos de trabalho do PCP … se os não viu por dentro , eu também não , mas vi-os por fora onde não deveriam estar: nos sindicatos, nomeadamente no sindicato dos profs conhecido como FRENPROF. Nos sindicatos e não só, tomaram algumas escolas e empresas durante os tempos em que eram “mais”, e lá se viveram situações complicadas. É passado? Talvez, mas não tenho garantias  nenhumas de que algo tenha mudado para melhor. E os “moderados” saíram para o PS onde e a partir do qual desenvolveram os mesmos métodos anti-democráticos de controlar os demais (que não pensam como eles). Mas deixemos isso e passemos ao post genial de título “Uáite Nigas” a ler aqui

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2 responses

3 11 2015
Paulo Guinote

Eu conheço muito bem os métodos de trabalho do PCP. E por saber como são é que sei que, pela parte que me toca, tenho o antídoto e mais umas coisinhas. Aliás, em tempos do “Umbigo” deu para ver que o trabalho deles tem limites ao nível da intimidação. Até porque se forem aos ficheiros descobrem que a genealogia dos Guinotes está lá bem representada.

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4 11 2015
mcgs07

Como resulta claro deste seu comentário, estamos de acordo quanto à “bondade” dos métodos daquele partido. Apesar de ter agora compreendido melhor o sentido do último parágrafo do seu post sobre o PCP., não acho que seja este o momento ideal para fazer do país laboratório para testar a solução governativa “inédita”. Para laboratório temos a experiência grega , com solução governativa também inédita , que eu saiba, embora muito diferente, mesmo muito. Será que a constituição permite um referendo sobre um acordo parlamentar? Acho que não, mas também na Grécia parece que aquele referendo não era muito constitucional. A ver vamos, mas que precisará de se legitimar para além de uma AR (que não pode ser dissolvida apenas por calendário de eleições presidenciais) isso é para mim claro, uma vez que nada faria prever este cenário, tendo em conta os programas e as afirmações dos três partidos de esquerda durante a campanha eleitoral.

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