Há “caras” assim, um pouco sádicos…

26 11 2014
Anúncios




Falemos de outras coisas

26 11 2014

A municipalização da educação, por exemplo. Nunca houve provas de favorecimentos nas Câmaras municipais, nem de caciquismo , a não ser em casos muito raros. Por isso, presumem-se todos os senhores autarcas como pessoas imparciais, não sujeitas a pressões que nunca na vida irão influenciar ou tentar influenciar escolas e agrupamentos para a admissão deste ou daquele professor ou funcionário em detrimento de outros que vêm com melhor classificação profissional, mais tempo de serviço e mesmo melhor avaliação… Esta última também nunca resulta de favorecimentos pois os senhores diretores são todos homens dedicados à coisa pública, completamente imunes a influências e lobbies. Portanto, partindo deste princípio e tendo em conta que a justiça raramente condenou pessoas por favorecimento, podemos então confiar na bondade da iniciativa da municipalização da educação. Fica tudo mais próximo e transparente como transparentes têm sido as câmaras municipais. No entanto houve uma espécie de convulsão nas últimas eleições autárquicas… Em muitos concelhos , as pessoas decidiram mudar, mas não de partido, quiseram ver independentes nas Câmaras e constituiram-se em grupos de cidadãos para consegui-lo. Noutros casos foram os próprios partidos que foram buscar independentes. Porque será? Então e a rotação democrática, não chega a essas pessoas? Parece que não. Esse novo tipo de autarca é caso a seguir com atenção, pois em princípio não deveria cair nos mesmos “hábitos” dos partidos (ia dizer vícios” mas é melhor não usar essa palavra). Mas… quais hábitos? Tal nunca se provou… portanto, nunca existiram. A democracia tem sido perfeita até prova em contrário tanto a nível nacional , como regional, como local. Posto isto, não há nada a recear da municipalização da educação.





Tema a evitar

26 11 2014

Está a tornar-se um tema fracturante… e portanto a evitar : Sócrates.
Por mim tudo bem, eu até já me tinha esquecido dos insultos implícitos e alguns explícitos à classe dos professores, o seu envolvimento directo nas políticas educativas que criaram o caos na escola pública e agora voltou tudo à memória. Mas, a bem do civismo e bom ambiente entre pessoas que querem o mesmo, ou seja , a melhoria das condições de vida em Portugal, a criação de emprego, a redução do serviço da dívida, a paz civil, os compromissos necessários para sanar as contas públicas sem triturar direitos das pessoas que trabalham e/ou querem trabalhar, acho que é melhor encerrar o tema e esperar pelo seu normal percurso e desfecho na justiça………………………………………………………………………………..
Já comecei a esperar………………………………………….