Transcrevendo…

12 06 2012

do facebook, infelizmente não há uma aplicação que permita fazer o share do facebook para o blog, só o inverso.

Deu-me para explicitar opiniões no facebook sem ser a partir do blog. Por isso tem havido menos posts, ou melhor, tenho escrito mais lá do que aqui no blogue. A verdade é que me falta o tempo para ambos, mas há dias em que tenho mesmo que exteriorizar algumas ideias ou reacções minhas a ideias que por aí andam.
Hoje como reacção a um cartaz (que compara a reforma de Assunção Esteves do tribunal Constitucional aos 42 anos com a reforma por invalidez recusada a alguém com doença debilitante e esperança de vida reduzida) tenho três intervenções no meu mural.

Primeira intervenção minha citando o “Câmara corporativa”:

Blog “câmara corporativa” em 2005, em post relacionado como o “dossier da magistratura” . Transcrevo uma perguntinha de um comentador anónimo, pois eu também gostaria de saber. Com tantos mandatados e reformados do Tribunal Constitucional tinham que se meter com a única juíza conselheira (ou não? há mais uma ou duas?) que é mulher!!!
Transcrevo o comentário :

“Anónimo disse…
“Pergunto eu, se ninguém se ofender claro: O Sr. Dr. Vital Moreira já renunciou à sua reforma como Juíz do Tribunal Constitucional e devolveu o valor das senhas de presença que lhe foram pagas no exercício dessas funções ???
Este blog não é um vómito, porque esse é involuntário, é a imagem do nosso país: mesquinho, invejoso, maldizente, cobarde, rasca. “
Qui Set 15, 11:06:00 PM (2005)

Aqui fica o link

Câmara Corporativa: Dossié MAGISTRATURA – O cardápio das profissões ideais (embora de desgaste 


Segunda intervenção minha:
Estamos a falar da presidència da Asssembleia da República, do mais alto cargo da nação que deveria ser equiparado ao de Presidente da República em termos de remuneração. E acho que há algumas incompatibilidades políticas inerentes à função quando se é membro do Tribunal constitucional, por isso a pessoa terá o direito de pedir reforma, mesmo aos 40… ou não??? Por outro lado, vejam a votação na assembleia, houve abstenções , mas onome de Assunção Esteves não esteve longe de ser mesmo consensual.

Terceira intervenção minha

Ou seja, uma reforma nada tem a ver com a outra. Haveria, isso sim , que reformar compulsivamente todos os “médicos” das “Juntas médicas” que se calhar já nem se lembram se o apêndice está no lado direito ou esquerdo” . Há que fazer uma limpeza, trazer médicos mesmo, no activo ou recém reformados para este trabalho, por exemplo em acumulação e esse senhor a quem foi cruelmente recusada a reforma teria visto o seu pedido deferido à primeira, acho eu.

Intervençaõ aqui no blogue em conclusão:

De facto é tão fácil fazer comparações fáceis ( mas idiotas) , é tão fácil criticar quando o detentor do cargo é de direita (pouco ortodoxa no caso de Assunção Esteves, mas ok…), é tão fácil criticar quando o criticado é mulher, que eu torno-me… assim…(mulher já sou não preciso de me tornar ) de direita , como queiram… Chamem-me nomes a ver se eu me ralo.


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