Público: catástrofe expõe atraso do Brasil

17 01 2011

Operações de resgate continuam na zona serrana 

Maior catástrofe das últimas décadas expõe atraso do Brasil

15.01.2011 – 12:09 Por Alexandra Lucas Coelho, no Rio de Janeiro

O crescimento vertiginoso do número de mortos, que ronda já os 550, veio confirmar a catástrofe nas serras do Rio de Janeiro como a pior na história recente do país, e um dos dez piores deslizamentos de terra no mundo, segundo a ONU.

Indignação e perplexidade sucedem-se: como é possível que a Austrália esteja inundada e morram 27 pessoas e nas serras do Rio uma chuva brutal faça desabar os morros e morram 538?

“É um absurdo o que se gasta de dinheiro neste país em coisas absolutamente supérfluas, e não se gasta dinheiro em prevenção”, desabafa ao PÚBLICO Sergio Bruni, vice-reitor da Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro, que conseguiu sobreviver aos desabamentos junto à sua casa de férias, em Teresópolis (ver depoimento nestas páginas). “Estamos atrás do Uganda nisso, ao mesmo tempo que somos a oitava economia do mundo. Não consigo entender. Se avisassem com antecedência, a gente teria saído antes. Depois, não adianta. Falta um sistema de prevenção sério.” […]

Vale a pena ler todo o artigo, alguma prevenção foi feita. Eu estranhei que as favelas da cidade do Rio não tenham sofrido todas  esta mesma desgraça. Acrescento o link para o mapa do Google para melhor conhecimento da área:

 

Causas humanas dos delizamentos (site ambiental brasileiro)

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