Porque é Domingo

26 04 2009


All to Jesus I Surrender


Namasté!

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A não perder

26 04 2009

O post do 25 de Abril do Reitor: Hotel Saraiva de Carvalho. A RTP  na rua, em inquérito à população sobre o 25 de Abril , o antes, o depois e os protagonistas….

O post, também de ontem, de Ramiro Marques, sobre a falta de gás dos  blogues dos professores.





“A educação do meu Umbigo”- O livro que incomoda ministros… (e uma aposta da Porto Editora)

26 04 2009

O livro é anunciado nas notícias no site da editora.

educacao-do-meu-umbigo

Adquiri on line e  estou a ler .  O livro clássico, em suporte papel, não é, de facto, a mesma coisa que um blogue ou um e-book. É melhor, acho eu. Não é apenas  uma revisão de um blogue de que sou leitora assídua desde 2008. É outra coisa: entre o ensaio e a crónica,  não tem ruído de fundo e deixa uma visão clara, objectiva mas também pessoal, da educação, da política educativa  e dos desgovernos que temos tido na mesma. Deixa também linhas de uma proposta para a mudança.

Falta no livro, para ajudar o leitor, um índice mais completo bem como uma pequena bibliografia. Confesso que muitos dos autores referenciados nos artigos mais ensaísticos são para mim desconhecidos. Lacunas minhas e a listinha final poderia ajudar.

Outras  obras do autor registadas na Biblioteca Nacional.





Canonizações?

26 04 2009

Mais importante que a canonização de Nuno Álvares Pereira, que o povo já há séculos tinha decidido santificar sem esperar pela ratificação do Vaticano, foi talvez o programa na RTP 2 sobre António Lobo Antunes.

Através do program tive conhecimento de um evento, datado de Novembro passado e que desconhecia.
«António Lobo Antunes no auge da sua carreira recebe o grande prémio de literatura da Feira Internacional do Livro em Guadalajara, México. A entrega do prémio é o ponto de partida para uma passagem em revista da sua vida e obra. A infância, a psiquiatria, a guerra colonial, o 25 de Abril, os livros, a doença. Em 2006 foi-lhe diagnosticado um cancro. Foi grave, foi operado. O perigo de morte está ultrapassado. Mas a doença deixou marcas, a sua atitude perante a vida modificou-se, só vai publicar mais dois livros.» (site RTP2)

Assistindo ao programa da RTP2, descobri um novo Lobo Antunes. Só li “A memória de elefante” há muitos, muitos anos e não gostei. Depois ,as entrevistas que o autor ia dando na TV mostravam-me alguém muito narcisista e mesmo arrogante*, o que me afastou dos seus livros posteriores. Perda minha, pelo que ontem percebi.

Nota:

*Se não tivesse lido e apreciado os grandes livros de Saramago, antes de ver as entrevistas, sei que me teria acontecido o mesmo…





DIVERSITY Dance Group-Britain’s Got Talent 2009

26 04 2009




“Projecto Orquestra” da Gulbenkian (Público)

26 04 2009

A ideia para o projecto Orquestra Geração, da Gulbenkian, foi inspirada no “El Sistema” – um projecto social venezuelano composto actualmente por cerca de 250 orquestras de jovens de vários níveis etários oriundos de meios sociais desfavorecidos.

[…]
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Coemntário meu: Parece-me uma boa ideia sobretudo para aumentar o” pool” de talentos, que em Portugal me parece ser relativamente pequeno, pois tenho a ideia de que os pais ” favorecidos” gostam mais de ter os meninos no futebol, nas artes marciais (e/ou no Inglês) e as meninas na música, no ballet (e/ou no Inglês), mesmo que, uns e outras não tenham nenhum talento para as ditas actividades, o que em si próprio não é mau para eles, se gostarem das actividades e ninguém lhes disser que são umas “maravilhas”… 

O que faz traumas é descobrirem depois que nunca foram acima da média e muito menos, “maravilhas”. Em princípio, acho que todos deveriam ter na escola pública a oportunidade de experimentar o prazer da produção ou interpretação de música e  aprender a saber tocar um qualquer instrumento musical.

O projecto é interessante também pelas razões expostas e habituais: a inclusão social, as janelas de oportunidades, embora estas, em Portugal, sejam pequeninas (tanto as janelas como as oportunidades). Tal como no futebol, os grandes talentos podem encontrar na esfera global a tal “oportunidade”.

Não tenho informação de quantas orquestras há em Portugal, mas tenho a leve impressão de que são poucas.