Apesar das máscaras e até pelas máscaras conseguimos identificar os diferentes personagens. A protagonista vai ter autonomia? Talvez sim, a ver vamos.
Em todo o caso, apesar do mistério e do sincretismo, a música ajuda a criar uma atmosfera de harmonia.
A última parte é frenética e tem mesmo que ser: não há, de facto, muito tempo, mas quem trabalha depressa e bem é que sabe que é possível! “Yes, I can!”
Não devia ser “yes, we can”? Será que vai ser?
